Psiquiatria e Sociedade

Mente, cérebro e gente

Amarra e trata na marra?

with 5 comments

A prefeitura de São Paulo está disposta a retirar os usuários de crack das ruas, mesmo que seja à força, alegando, para tanto, que a dependência química é uma doença psiquiátrica, podendo justificar a internação involuntária desses indivíduos.

Embora sempre sujeitas a questionamentos por serem uma forma extra-judicial de restringir a liberdade de alguém, as internações involuntárias são uma das opções terapêuticas disponíveis em Psiquiatria, ainda que sejam medida de exceção(…)

Leia a íntegra do texto no Portal Estadão.

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Written by Daniel M Barros

29/07/2011 às 9:58 AM

5 Respostas

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  1. Fica questionada também a eficácia do tratamento.

    Roberto Tomimura

    29/07/2011 at 12:34 PM

  2. Daniel
    excelente artigo! Pena que a manchete distorça a matéria. Sempre soube que os grandes jornais pagam excelentes salários para os autores de manchetes, pq atraem para a leitura e fazem com que o jornal seja comprado. No caso desta matéria, acredito que, embora tenha chamado à atenção, pecou por dar a idéia contrária ao texto, que enfatiza no seu último parágrafo o cuidado que a sociedade e classe médica devam ter para estas eventualidades. Nós, psiquiatras, já somos por demais perseguidos, manchetes com sentido inverso ao texto podem nos expor mais ainda.
    ab
    pacheco

    pacheco

    29/07/2011 at 1:35 PM

    • Valeu Pacheco. Mudei totalmente o título sem mudar nada graças a seu toque.

      Daniel M Barros

      29/07/2011 at 2:51 PM

  3. Com certeza, esta medida deve ser tomada as devidas proporções, acompanhando caso a caso, desde cadastro no CRAS a questão criminal, entre tantas precauções, ou seremos massa sobrante.

    whitejaycpirap

    01/08/2011 at 9:51 PM

  4. Parece que a preocupação em relação ao usuário de crack, em especial, é fornecer tratamento devido a fim de que possa minimizar as conseqüências adversas que o uso continuado desta droga causa a saúde daquele indivíduo. No entanto, parece mais prudente que nossa preocupação se concentre no pós-tratamento, ou seja, a continuidade do tratamento através de serviços públicos de qualidade, considerando que a maioria dos usuários que estão em condição de rua, não podem custear um tratamento. É o mesmo que retirar todos os usuários de um determinado local de onde fazem uso de crack, com o tempo, eles aparecem em outro lugar.
    Walmir – Psicólogo – Especialista em Dependência Química

    Walmir Teodoro Sant'Anna

    06/01/2012 at 11:28 PM


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